"A minha expectativa é de mostrar ao público do UFC quem é Patrício Pitbull. Não creio que uma disputa de cinturão se dê logo em seguida, mas acredito que, vencendo Pico, especialmente por nocaute, eu ficarei a apenas uma luta de distância da disputa de cinturão".
As palavras são do lutador potiguar de MMA, Patrício Pitbull que vai encarar o norte-americano Aaron Pico no dia 11 de abril, no UFC 327, em Miami. Esta será a primeira vez que os dois lutadores se enfrentarão.
Ex-campeão do Bellator MMA, o potiguar explicou por que o duelo nunca aconteceu antes e revela frustração com os bastidores. "Ele bateu na trave algumas vezes. Quando estava chegando perto do cinturão, era nocauteado. E quando finalmente a luta iria acontecer, o Bellator cancelou o evento e logo depois a organização deixou de existir", disse.
E completou: "A PFL (que adquiriu o Bellator) falou em fazer a luta no ano seguinte, mas eu já estava de saco cheio deles quebrarem tantas promessas e ainda me deixarem na mão um mês antes do evento, então pedi para sair".
Sem lutar desde junho do ano passado, o brasileiro não esconde o incômodo com a inatividade. Pitbull reconhece também a pressão envolvendo o duelo, especialmente pelo momento dos atletas.
"Temos contratos altos e viemos do Bellator. Nenhum de nós está livre disso. Então existe pressão dos dois lados, ainda mais do dele que vem de derrota nocauteado no primeiro round. Mas não acho que se trate de eliminação", pontuou.
O potiguar acredita que uma vitória convincente pode colocá-lo muito perto de uma oportunidade pelo cinturão.
Foto: Divulgação










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